Cafeteria chinesa é criticada por pintar cachorros para parecerem pandas para atrair clientes

Tem virado tendência no mundo todo cafeterias que adotam cães e gatos e os espalham pelo estabelecimento, como se a presença dos animais de estimação fosse ‘terapêutica’ para os clientes. E nós entendemos, porque é mesmo.

Na China, uma cafeteria também decidiu seguir a moda, mas recentemente tem atraído críticas por ter ido ‘longe demais’ em usar os animais como atrativos.

Tudo começou quando a loja começou a tingir os cães para que eles ficassem parecidos com pandas.

Após algumas fotos vazarem nas redes sociais, internautas e defensores dos direitos dos animais não ficaram nem um pouco contentes com a iniciativa.

A cafeteria foi inaugurada há dois meses em Chengdu, província de Sichuan, região dos famosos ursos gigantes.

No início deste mês, o local virou notícia assim que imagens de cães da raça chow chow, pintados de preto e branco, começaram a ser compartilhadas.

Muitos manifestaram preocupação com a novidade, uma vez que o tingimento poderia afetar a saúde dos pets.

Algumas tintas podem causar intoxicações, queimaduras e problemas na pele e no pelo dos animais.

Em entrevista à Reuters, o proprietário do café, Lu Yunning, 21, afirmou que “o corante importado usado no processo não prejudicou os cachorros, e foi espalhado apenas na parte superior dos pelos, e não até onde nascem”.

Lu Yunning pintou ele mesmo seus seis filhotes e também oferece o serviço para quem quer tingir seu cachorro como um panda. Para isso, ele cobra 1.500 yuanes (cerca de R$ 890).

Segundo o portal AFP, o empresário afirma que é necessário pessoal treinado trabalhando o dia inteiro para transformar um chow chow, com pelo denso, em um panda.

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Fonte: Bom Pra Cachorro

Gabriel Pietro

Gabriel Pietro têm 20 anos, é redator e freelancer. Fundou o Projeto Acervo Ciência em 2016, com o objetivo de levar astronomia, filosofia e ciência em geral ao público. Em dois anos, o projeto alcançou milhões de internautas e acumulou 400 mil seguidores no Facebook. Como redator, escreveu para vários sites, como o Sociologia Líquida e o Segredos do Mundo. Ainda não sabe se é de humanas ou exatas, Marvel ou DC, liberal ou social-democrata. Ama cinema, política, ciência, economia e música (indie). Ainda tentando descobrir seu lugar no mundo.

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