Vovô vendo que cães de parque amam gravetos, cria caixa com os melhores para eles brincar

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Cá entre nós, fazer um cachorro feliz não é lá tão difícil: basta dar a ele algumas guloseimas deliciosas, um bom chamego e um brinquedo para ele brincar sozinho.

E se você quiser agradá-lo um pouco mais, leve-o ao parque sempre que possível: você vai notar que ele brincar com gravetos.Não importa o tamanho, eles não conseguem passar por um sem pegá-los.

Andrew Taylor, de 59 anos, sabe disso como ninguém. Após observar a empolgação de seu cachorro ao ver um enorme graveto no chão, ele teve uma ideia um tanto quanto diferente.

O idoso criou uma ‘biblioteca de gravetos’ no parque para que todos os cães que passam por ali possam pegar um ‘emprestado’ para brincar.

“Nossa cadela Bella se tornou uma ‘amante de gravetos’ porque rasgava qualquer brinquedo ou bola que déssemos para ela”, disse Tayla, filha de Taylor. Pai e filha moram em Kaiapoi, na Nova Zelândia.

Juntos, eles decidiram juntar alguns galhos de árvores ao lado de sua casa. Taylor os lixou para ficarem macios e limpos para os cães e confeccionou uma caixa para armazená-los.

“Enquanto aparava as árvores, meu pai viu centenas de galhinhos no chão, e sabendo por experiência o quão difícil para um cão pode ser encontrar um bom galho, ele teve a ideia de guardá-los numa caixa para o novo parque de animais que estava abrindo em breve”, disse Tayla.

Ele escreveu na caixa “Stick Library” (Biblioteca de Gravetos), e incentivou as pessoas a devolvê-los quando os cachorros terminarem de brincar. “Ele decidiu nomeá-la de biblioteca de gravetos, porque isso implicava em você devolver quando terminar”, explicou a filha de Taylor.

Depois que a caixa foi colocada no parque, eles até fizeram uma reunião para os donos experimentarem a nova caixa com seus cães. Cerca de 50 pessoas com seus animais de estimação apareceram.

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Fonte: Bored Panda

Gabriel Pietro têm 20 anos, é redator e freelancer. Fundou o Projeto Acervo Ciência em 2016, com o objetivo de levar astronomia, filosofia e ciência em geral ao público. Em dois anos, o projeto alcançou milhões de internautas e acumulou 400 mil seguidores no Facebook. Como redator, escreveu para vários sites, como o Sociologia Líquida e o Segredos do Mundo. Ainda não sabe se é de humanas ou exatas, Marvel ou DC, liberal ou social-democrata. Ama cinema, política, ciência, economia e música (indie). Ainda tentando descobrir seu lugar no mundo.