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“Ele não gostava de outros cães… até ela chegar”: Pequena ‘pulguinha’ usa tática infalível para conquistar Golden

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em Cães

Mabel é uma cachorrinha, carinhosamente chamada de “pulga”, que encontrou no colo de Simba, um golden retriever, um lugar seguro para crescer e se desenvolver.

A pequena chegou à sua família, em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, em setembro do ano passado e, desde então, foi com Simba que criou uma conexão forte e cheia de afeto.

A tutora registrou os primeiros contatos entre os dois e se emocionou ao relembrar o momento:

“Pode passar o tempo que for e eu NUNCA vou conseguir superar esse vídeo e o olhar de amor da pulguinha com o mano.”

Confira:

Os cães são criaturinhas muitos sociais, e é justamente isso que facilita a criação de laços tão especiais como o de Mabel e Simba.

Quando convivem no mesmo ambiente, eles aprendem a se comunicar, respeitar limites e, com o tempo, desenvolvem uma relação baseada em confiança, proteção e até um tipo de cuidado mútuo.

Segundo a American Kennel Club (AKC), cães que vivem juntos tendem a formar vínculos semelhantes aos de uma “família”, especialmente quando há convivência positiva desde cedo.

Filhotes, como Mabel, costumam enxergar cães mais velhos como uma espécie de referência, buscando neles segurança e aprendizado.

No caso de Simba, ele assumiu naturalmente esse papel. E Mabel, por sua vez, encontrou nele não apenas um companheiro, mas um verdadeiro porto seguro.

Espia:

Mas sabe o que é o mais curioso? Simba é um cachorro reativo — ou seja, tende a se sentir inseguro em algumas situações, podendo reagir com medo, alerta ou até certa resistência diante de estímulos novos.

Segundo a família:

“Simba, um goldinho que ama pessoas, mas que não tolera outros animais. Mesmo com filhotes, apesar de aceitar melhor, ainda assim, em alguns momentos, colocava limites e se afastava.”

Ou seja, Simba sempre teve seu jeito mais reservado quando o assunto era conviver com outros cães.

A família conta, por exemplo, que ele nunca permitiu que nenhum outro animal se aproximasse do seu pote de ração. Era algo inegociável.

Além disso, também não gostava que tocassem em suas patas — um comportamento comum em cães que prezam muito por seu espaço.

Mas com Mabel, tudo mudou.

Com ela, Simba abriu exceções que antes pareciam impossíveis. Ele passou a permitir a proximidade durante a alimentação e até tolerar — e mais do que isso, aceitar com paciência — as mordidinhas típicas de filhote em suas patas. Algo que, vindo dele, é simplesmente surpreendente.

Como a própria família descreveu:

“Só quem vive o reencontro de almas sabe a intensidade disso.”

E talvez essa frase explique tudo. Simba já havia vivido uma conexão muito forte com Mel, sua antiga companheira canina, que faleceu em 2024. Desde então, ele não havia se aberto da mesma forma para nenhum outro animal.

Até Mabel chegar.

Com ela, algo mudou. Como se, de alguma forma, ele tivesse encontrado novamente um motivo para confiar, acolher e, principalmente, amar outra vez.

Assista:

Desde então, a alegria de Mabel é estar perto de Simba — nem que isso signifique perturbá-lo justamente nos momentos em que ele mais quer ficar sozinho, quietinho, curtindo seu inseparável pato de pelúcia.

Sim, Simba ama o seu patinho. E, como não poderia ser diferente, parece que a “pulguinha” também decidiu que ele agora faz parte da brincadeira.

Entre insistidas, mordidinhas e tentativas de dividir o brinquedo, Mabel transforma até os momentos de sossego em cenas cheias de vida e movimento.

E Simba, que antes se afastava com facilidade, hoje reage de um jeito diferente: tolera, observa… e, aos poucos, até entra na brincadeira.

Porque, no fundo, não é mais só sobre o patinho. É sobre a companhia, o vínculo que cresce a cada dia e essa convivência que, mesmo bagunçada, está cheia de amor.

Confira:

Hoje, Mabel já está quase do tamanho de Simba, e o amor que sente pelo irmão só cresceu. Mas agora Simba não se deixa mais enganar pela antiga fofurinha de filhote que um dia Mabel teve.

Como um típico irmão mais velho, ele aprendeu a retrucar — e faz isso do jeito mais curioso possível.

Um exemplo perfeito é a tal da cenoura. Simba nunca foi fã, não gosta mesmo… mas, só para provocar Mabel, ele vai lá e come tudo, sem deixar nadinha para ela.

Se a mana gosta, então pronto: ele também “passa a gostar”, nem que seja só para não dividir.

Entre pequenas disputas e provocações, os dois mostram que a relação é cheia de personalidade, brincadeiras e aquele jeitinho implicante que, no fundo, só existe porque há intimidade e amor de sobra.

Assista:

Siga Simba e Mabel em @simba_terrivel.

Redatora e apresentadora do Canal Amo Meu Pet.

Com formação em Design de Produtos e especialização em Design de Interiores pela Universidade de Passo Fundo, a Ana encontrou sua verdadeira paixão ao unir criatividade, comunicação e o amor pelos animais.

Apaixonada por contar histórias que tocam o coração, ela estudou Escrita Criativa com o escritor Samer Agi e participa do programa JournalismAI Discovery, organizado pela Escola de Economia e Ciências Políticas de Londres e a Iniciativa de Notícias do Google, buscando se aprofundar no universo digital.

Hoje, dedica-se a produção de conteúdos que informam, emocionam, conscientizam e arrancam sorrisos.