Logomarca Amo Meu Pet

Jovem é impedida de sair para trabalhar após galo solto na rua cismar com ela e câmera registra momento

Por
em Comportamento

Muitas pessoas enfrentam imprevistos comuns no trânsito ou problemas no transporte público antes de chegar ao emprego. No entanto, uma moradora da capital paulista encontrou um impedimento totalmente incomum na porta de sua casa.

A publicitária Larissa Varnier passou a lidar com a vigilância constante de uma ave que adotou a calçada residencial como território e passou a persegui-la sistematicamente no início de sua jornada diária.

A jovem reside em uma rua de paralelepípedos em São Paulo, local onde a presença de aves soltas sempre foi frequente ao longo dos anos.

A convivência com os animais locais ocorria de forma pacífica até o momento em que um galo específico mudou o comportamento e passou a demonstrar agressividade direcionada apenas para ela.

"Sempre teve galos na minha rua, faz um bom tempo, mas sempre foi uma relação amigável. Eu respeitava o espaço deles e eles o meu, até que aconteceu de um dia eu sair para trabalhar e eles começarem a ir atrás", explicou Larissa em entrevista ao Amo Meu Pet.

Segundo informações que ela colheu com vizinhos, o animal pertence a um morador da região e atende pelo nome de Garibaldo, embora a jovem admita não conhecer o dono do animal.

O impasse matinal começou a ser registrado pelas câmeras de monitoramento da residência. Em um dos primeiros registros, Larissa aparece com roupas de trabalho e mochila prontas para sair quando percebe a aproximação rápida da ave.

O galo corre em disparada na direção da calçada, forçando a moradora a recuar rapidamente e se trancar atrás do portão de grade de ferro. O bicho permanece posicionado na entrada, inviabilizando qualquer nova tentativa de saída.

A situação se repetiu em dias subsequentes, transformando a rotina de deslocamento em um desafio constante.

Em uma nova gravação captada pelo circuito interno, Larissa surge com vestimentas diferentes e tenta dialogar com a ave através das grades, solicitando que ela se afaste para permitir a passagem.

O galo mantém a postura firme na calçada e ignora os comandos verbalizados pela jovem, que se vê obrigada a retornar para o interior da garagem. Segundo a moradora, a persistência do bicho continuou sendo um problema ao longo dos dias.

"Recentemente, aconteceu novamente. Até postei um novo vídeo", relatou.

A perseguição diária se torna ainda mais complexa devido a uma condição pessoal da paulista, que carrega um medo antigo relacionado a essas aves.

"Quando eu era criança um galo correu atrás de mim, então eu peguei trauma", revelou Larissa, explicando o motivo de ter fobia da espécie.

O medo histórico amplia o impacto dos encontros atuais, tornando inviável a saída de sua própria residência sem um auxílio externo dedicado.

Para conseguir cumprir o horário de trabalho, Larissa precisou adotar uma estratégia de suporte familiar imediata.

As imagens mostram o momento em que um homem mais velho sai da residência usando chinelos para atuar como intermediário na calçada. Ele caminha em direção ao animal e faz gestos firmes com os braços para afastar a ave.

Enquanto o homem distrai o galo e bloqueia o campo de visão do bicho, Larissa consegue passar correndo e segue o caminho sob o monitoramento do tutor.

Os registros dos impasses matinais foram compartilhados por Larissa em suas redes sociais de forma totalmente despretensiosa, com o objetivo inicial de entreter amigos próximos através de publicações temporárias.

Ela conta que não esperava a repercussão que o vídeo ganhou nas plataformas digitais.

"Eu postei porque eu tinha colocado nos storys do insta e recebi muitas mensagens dos meus amigos dizendo que riram e tal. Postei na zoeira pra não ficar só 24h no meu storys e em menos de 24h bati 2 milhões de visualizações, loucura", concluiu.

O primeiro vídeo publicado em 4 de março soma 14 milhões de visualizações entre Instagram e Tik Tok

“Chefe, nao vou trabalhar hj tem um galo tentando me atacar”.
“Já aconteceu isso uma vez eu voltei pra dentro o peguei a vassoura, por fim ônibus veio, levei a vassoura junto pro trabalho”.
“Ele: passa aqui pra tu vê”.

Comentaram alguns internautas.

Veja abaixo:

De acordo com o site growbed, um método para afastar um galo agressivo é jogar água.

No entanto, o caso de Larissa é excepcional pois na maioria das cidades, a criação de galos e galinhas no perímetro urbano é proibida.

Por questões sanitárias e de saúde pública, os Códigos de Postura ou Sanitários municipais classificam essas aves como animais de produção incompatíveis com a densidade populacional das áreas urbanas.

Assista outro vídeo de Garibaldo abaixo:

Você tem uma experiência parecida com alguma ave? Conta pra gente nos comentários!

Beatriz é jornalista formada pela Universidade de Passo Fundo, com especialização em Escrita Criativa e Editoração pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera. Apaixonada por narrativas envolventes e pelo universo pet, ela também possui certificação em Storytelling para Marketing Digital pela Santander Open Academy, o que complementa sua habilidade de transformar histórias reais em conteúdos informativos e inspiradores. Dedica-se à produção de reportagens que valorizam a convivência ética e afetiva entre humanos e animais de estimação, promovendo empatia, informação de qualidade e o respeito aos animais.