Pai encena ser peixe na praia para deixar filha feliz e vídeo alcança 6,5 milhões de visualizações
Por Beatriz Menezes em HumorUm vídeo publicado no Instagram em 27 de julho mostra a iniciativa de um pai para atender ao pedido da filha durante um dia de lazer em família.
Stefany Enes e o marido Bruno Lima estavam na praia quando a filha mais nova demonstrou o desejo de pescar no local.
Diante da dificuldade de encontrar peixes na faixa de areia onde as ondas quebram, o casal conseguiu uma vara de pesca e o pai decidiu entrar na água para simular a presença de um grande animal marinho fisgado pela linha.
A gravação foi realizada por Stefany Enes enquanto acompanhava a cena sob o guarda-sol.
O registro capta o momento em que a criança segura o equipamento na beira do mar enquanto Bruno Lima realiza saltos e movimentos na água, simulando a resistência de um peixe preso ao anzol.
O pai se joga nas ondas e se movimenta na areia molhada para acompanhar os puxões dados pela criança no equipamento de pesca.
De acordo com Stefany a iniciativa partiu da vontade da criança, mas a encenação na água acabou atraindo a atenção de frequentadores da praia e de vendedores ambulantes que passavam pela orla no momento.
O conteúdo foi compartilhado de forma simultânea nos perfis oficiais de Stefany Enes e Bruno Lima no Instagram.
Em poucos dias no ar, o registro acumulou a marca de 6,5 milhões de visualizações, 665 mil curtidas e 14,5 mil comentários.
“Ele dando a vida na interpretação”.
“Eu juro que no primeiro pulo eu vi um peixe”.
“Que pai incrível essa criança tem. As relações são criadas por momentos como esse”.
Assista abaixo:
Informações do blog.nautikalazer apontam que a presença de banhistas em áreas de arrebentação afasta naturalmente os cardumes, tornando inviável a captura de peixes na faixa de areia ocupada por banhistas.
Além do fator comportamental dos animais, a prática da pesca em locais com grande circulação de pessoas não é recomendada por razões de segurança, evitando o risco de acidentes com anzóis e linhas.
Para a realização da atividade à beira-mar, a indicação técnica é buscar praias com menor fluxo de pessoas e em horários específicos.
As primeiras horas do dia, durante o amanhecer, e o final da tarde são os períodos de maior atividade alimentar da fauna marinha, embora a prática possa ocorrer ao longo de todo o dia em locais adequados.
A captura de exemplares de maior porte na praia exige equipamentos específicos para arremessos de longa distância, ultrapassando a marca de 100 metros a partir da areia.
Varas que variam entre 3 e 4 metros de comprimento, combinadas com molinetes de grande capacidade e linhas finas, permitem vencer a resistência das ondas e posicionar a isca nos canais naturais formados pela maré, locais onde o alimento se acumula.
Na ponta da linha, o uso de um arranque mais espesso garante a sustentação de chumbadas que podem variar entre 100 e 200 gramas, a depender da força da correnteza.
O uso de iscas naturais como camarões, pedaços de sardinha, tatuíras e corruptos exige fixação com fio elástico para resistir ao impacto do arremesso.
Além dos fatores práticos, a legislação ambiental brasileira exige que o praticante possua a licença de pesca atualizada anualmente.
A atividade também deve respeitar rigorosamente os períodos de defeso estabelecidos pelos órgãos de proteção ambiental, garantindo a preservação das espécies durante a época de reprodução.
