"Cuida do seu homem": Pinscher não aceita dividir tutor com a esposa e cria estratégia inusitada para impedir beijos

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De vestidinho, unhas cor-de-rosa e um pingente de coração na cabeça, a pinscher Luninha parece não estar disposta a dividir a atenção de seu humano favorito.

Em 23 de outubro, Dienifer Barbosa mostrou em seu Instagram o que acontece quando ela tenta beijar o marido, Lucas, perto da cachorrinha.

Luninha chega a colocar a cabecinha sobre a boca do tutor, como se quisesse impedir que os beijos acontecessem.

A cena aconteceu enquanto Lucas estava deitado na cama. Cada vez que Dienifer se aproximava para beijá-lo, Luninha aparecia no meio do casal e interrompia o momento.

A insistência da pinscher transformou tudo em uma disputa pela atenção do rapaz.

Dienifer compartilhou o registro acompanhado da música "Rapariga Eu Sou", da cantora Cris Lima.

O trecho escolhido combina com a atitude da cachorrinha e diz "Cuida do seu homem senão vou roubar" e "Eu sou rapariga, sei o meu lugar".

Veja o vídeo:

A publicação alcançou 9,7 milhões de visualizações e 890 mil curtidas. Nos comentários, os internautas se divertiram especialmente com a estratégia de Luninha para atrapalhar os beijos.

"Ela tampando a boca dele kkk", observou uma pessoa.
"Hahahahaha até agora foi a mais estrategista", brincou outra.

Até Cris Lima entrou na brincadeira. Ao encontrar a música associada à cena, a cantora comentou que ama ver sua canção fazendo parte dessas "relações perigosas".

Em outra cena, o tutor está no sofá e a cachorrinha, escorada no peito dele, pede beijinhos.

Outra pinscher apaixonada pelo seu humano favorito

A atitude de Luninha lembra outros momentos em que cães parecem querer monopolizar o carinho dos tutores.

Em 2025, outra pinscher chamada Lara também chamou atenção ao demonstrar uma preferência especial pelo pai humano.

Na ocasião, Larissa Neres, que se apresenta como irmã humana da cachorrinha, compartilhou uma gravação em que o tutor tentava assistir à televisão no sofá. Lara, porém, parecia ter outros planos.

Ela se pendurava no homem, apoiava as patinhas no peito dele, encostava a cabeça e o cutucava repetidamente para conseguir atenção.

A trilha sonora era a mesma usada no registro de Luninha. A combinação ajudou a transformar o carinho insistente da cachorrinha em uma cena engraçada, que ultrapassou 7,8 milhões de visualizações.

Na publicação, Larissa brincou que Lara era a "filha preferida" do pai.

Mas Lara não reserva toda a atenção para ele. Segundo Larissa, a cachorrinha também é muito apegada a ela e à mãe dela.

Os chamados cães velcro

O comportamento de Luninha e Lara combina com o que especialistas chamam de cão velcro, expressão usada para descrever cães que gostam de acompanhar seus tutores por toda parte e procuram contato físico com frequência.

Segundo a veterinária JoAnna Pendergrass, em artigo publicado no PetMD, esses cães podem seguir a pessoa de um cômodo a outro, querer ficar encostados nela e buscar atenção repetidamente.

O apego pode ter diferentes explicações. Alguns cães têm uma tendência individual a buscar companhia, enquanto outros aprendem que ficar perto das pessoas rende carinho, brincadeiras ou petiscos.

Mudanças na rotina, estresse, ansiedade e até problemas de saúde também podem fazer um cão ficar mais grudado do que costumava ser.

Isso não significa, porém, que todo cão que quer colo ou insiste em ficar por perto tenha ansiedade de separação.

Cão velcro x ansiedade de separação

O PetMD explica que a diferença está principalmente na reação à ausência do tutor. Um cão velcro pode querer companhia quando a pessoa está em casa, mas conseguir ficar tranquilo quando ela sai.

Já um cão com ansiedade de separação pode entrar em pânico ao ficar sozinho, apresentar vocalização excessiva, andar de um lado para outro ou destruir objetos.

Quando o apego surge de repente ou vem acompanhado de mudanças importantes no comportamento, vale procurar um veterinário para investigar possíveis causas físicas ou emocionais.

Se não houver um problema de saúde ou ansiedade, atividades físicas adequadas, brinquedos interativos e o incentivo gradual à independência podem ajudar o cão a se sentir confortável mesmo sem contato constante com a família.

Larissa é jornalista e escreve para o Amo Meu Pet desde 2023. Mora no Rio Grande do Sul, tem hobbies intermináveis e acha que todos os animais são fofos e abraçáveis. Ela se formou em Jornalismo pela Universidade de Passo Fundo e é “mãe” de duas gatas.