Mesmo vivendo em condições de escassez, idosa acolhe 16 cães que foram abandonados em seu portão

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Aos 84 anos, sem água, luz e com comida escassa, uma mulher chamada Norma, que vive em Osorno, no Chile, abriga 16 cachorros que foram abandonados. Segundo populares, as pessoas, mesmo sabendo das condições precárias em que ela vive, continuam largando animais no portão da sua casa.

Vivendo com poucos suprimentos e tendo que andar mais de dois quilômetros para conseguir água e quase quatro quilômetros para comprar comida para ela e seus animais resgatados, ela não os rejeita.

Mas há muitos problemas nessa situação, já que há vezes que dona Norma não tem alimento suficiente nem para si, tampouco para os cães. Segundo o portal de notícias peruano Wapa, felizmente o caso chegou ao conhecimento de um grupo de voluntários que tem feito de tudo para ajudar Norma e os seus resgatados.

“Às vezes a encontramos comendo pão de quatro ou cinco dias, com cogumelos, bebendo água suja. Você fala, como uma pessoa pode viver nessas condições hoje?”, disse Osvaldo Cea, chefe de uma fundação chilena.

Além de ajudar com alimentação e higienização do ambiente, que na época até cães mortos foram encontrados em seu pátio, uma equipe de voluntários pede às autoridades chilenas que apoiem a valente mulher e seus cães resgatados.

Apesar de todas as dificuldades, felizmente Norma e os seus cães não estão desassistidos. Esperamos que esse quadro de precariedade seja transformado em breve.

Idosos

O Estatuto do Idoso (Lei 10.471, de 1º. de outubro de 2003) define os crimes contra idosos. Quem desdenhar, humilhar, menosprezar ou discriminar pessoa idosa, por qualquer motivo, incorre em pena de reclusão de seis meses a um ano e multa (art. 96).

Se você conhece uma situação parecida como a desta senhora da matéria, não fique calado busque ajuda de uma assistência social, para que se possa encaminhar o idoso para um lar de idosos e os animais para o abrigo de animais.

Não se omita a situação, ajude!

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com