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Homem transforma sua fazenda em um grande abrigo para cães abandonados e outros animais

Em sua fazenda ele cuida de cabras, pássaros, cavalos, gatos, cães, entre outros, todos resgatados

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em Aqueça o coração

Um morador da Turquia chamado Mert Akkök ficou conhecido após transformar sua fazenda em um grande abrigo para diferentes espécies de animais abandonados, entre eles estão: cães, gatos, cabras, burros, pássaros e vários outros.

“Tenho entre 10 e 20 cães na minha fazenda. Eu os resgatei de ferros-velhos, florestas, áreas rurais fora da cidade. Tento encontrar um lar para eles. Alguns deles ficam comigo para sempre, principalmente os muito velhos e doentes. Ninguém quer adotá-los”, contou Mert em entrevista ao Boredpanda.
“Além disso, tenho 46 gaivotas deficientes, 1 cavalo cego, 3 gansos, 3 gatos e só hoje adotei um burro bebê. Por enquanto, tenho 23 cães. A maioria deles são antigos ou deficientes”, acrescentou ele.

O fazendeiro explica que seu amor por animais vem desde criança, assim adora ajudar animais abandonados e lhes dar uma vida melhor.

“Na Turquia o governo não tem permissão para matar animais sem-teto ou colocá-los em abrigos pelo resto da vida. Isso é proibido por lei (o que é muito bom). Nosso governo tem que esterilizá-los e vaciná-los e depois colocá-los de volta nas ruas”, comentou.

Mert observa que as pessoas podem ver muitos animais vagando pela cidade.

No entanto, alguns deles são despejados longe da cidade, o que dificulta sua sobrevivência, então pessoas como ele tentam resgatá-los.

“Às vezes fazemos isso individualmente, ou às vezes formamos grupos de voluntários para fazer isso”, pontua.

O fazendeiro salienta que se os animais não forem adotados ficarão lá para sempre, pois são seus filhos agora.

Já quando aparece algum adotante ele só doará o animal se essa pessoa for cuidar muito bem dele.

Ao contrário do que acontece com muitas ONGs aqui no Brasil e no mundo, Mert não conta com apoio financeiro. Ele alimenta e cuida de todos esses animais com o dinheiro que vem de sua pequena empresa.

“Sou um pequeno empreendedor. Possuo e gerencio minha empresa que é uma empresa de consultoria em marketing internacional de serviços de saúde. Sou uma pessoa ocupada, mas nas horas em que não estou trabalhando, dedico meu tempo a ajudar esses animais sem-teto”, detalha.

Antes de morar em uma fazenda, Mert morava na cidade e ia nos finais de semana para a periferia a fim de cuidar de animais abandonados.

Tudo começou com a adoção de alguns cães e ao chegar a cinco caninos decidiu se mudar para uma fazenda onde tivesse mais espaço.

“Um dia encontrei uma gaivota ferida na beira de uma rodovia e levei-a ao veterinário. Ela foi operada e uma das asas foi tão fraturada que o veterinário teve que cortá-la. Eu não poderia deixá-la em lugar nenhum porque sabia que ela morreria sem poder voar”, disse.

Para melhor aconchegá-la fez uma grande toca para ela. E esse número só aumentou, pois hoje o homem alimenta diariamente com peixe fresco 46 gaivotas deficientes.

Seu dia a dia na fazenda começa bem cedo. Pouco depois de acordar, leva seus cães para uma área tranquila da floresta perto da fazenda para brincarem e então voltam para casa.

“Eu alimento, cuido do meu cavalo e toco música para ele. Ele adora quando toco para ele com meu saxofone. Então eu alimento as gaivotas e os gatos. Eu termino com os gansos, eles comem por último. Depois vou para o meu escritório na cidade e trabalho”, finaliza.

No vídeo abaixo você pode conhecer um pouco da fazenda de Mert e ver o carinho com que ele cuida dos animais:

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Uma jornalista quase formada de 21 anos, completamente apaixonada por futebol e animais. É daquelas pessoas que não podem ver um cachorro ou gato na rua que já quer fazer carinho... Do tipo curiosa, gosta de contar boas histórias e aquecer o coração de seus leitores. Um pouco indecisa para os títulos das matérias, confesso, mas dedicada ao ponto de procurar sempre escolher as melhores palavras. Prazer, sou Letícia Michele Schneider, atualmente moradora de Passo Fundo (RS), tenho o sonho de deixar o mundo um pouquinho melhor e quem sabe um dia estar à beira do gramado entrevistando os jogadores da dupla Grenal.