Cão caramelo com rotina de CLT acha que mochila está perseguindo ele e protagoniza confusão hilária na garagem
Koleos passa o dia na oficina dos tutores, tem cadeira no escritório e espera o fim do expediente para ir ao parque.
Por Beatriz Menezes em Cães
Koleos é um vira-lata caramelo com rotina de "trabalhador CLT". Ele chega cedo à Pit Stop Automotive, oficina dos tutores Carlos Henrique Lapa e Maysa Waltrick em Curitiba, acompanha o movimento do pátio e espera o fim do expediente, às 18h, para ir brincar no parque.
A rotina é mostrada no TikTok @koleosdog, e um vídeo publicado em 23 de outubro fez sucesso ao mostrar o dia em que o "funcionário" fugiu de uma mochila.
O dia da mochila
O episódio aconteceu em julho, numa manhã de chuva forte, por volta das 7h30. O tutor Carolos Henrique precisava tirar os carros da garagem, que é parcialmente descoberta.
Como as portas traseiras do carro só destravam por um botão no painel, ele prendeu a guia de Koleos na mochila por alguns instantes, para que nem ele nem o cão se molhassem.
Não deu certo. A câmera de segurança mostra Koleos se assustando com a mochila, como se ela fosse um bicho, e saindo em disparada pela garagem, passando por todas as poças. No fim, o cachorro e a mochila ficaram encharcados.
"Molhou foi tudo, a mochila e o cachorro", resumiu um seguidor. O vídeo tem mais de 55 mil visualizações e 6,9 mil curtidas.
Cadeira própria no escritório
A carreira na oficina começou quando Koleos terminou a vacinação. Até então, ainda filhote, ele precisava ficar em casa e gastava a energia no sofá, com bolinhas e brinquedos de corda. Com a liberação do veterinário, passou a ir todos os dias com os tutores para o trabalho.
Hoje ele tem lugar garantido: uma cadeira ao lado do computador. Também gosta de observar o pátio de cima do balcão e de "supervisionar" a equipe enquanto os carros estão nos elevadores, às vezes com latidos.
A tutora Maysa Waltrick registra a rotina do cão no TikTok, que já tem mais de 7 mil seguidores.
Saiba por que passear com filhotes antes da vacinação representa risco à saúde animal
A liberação de cães filhotes para passeios em locais públicos exige cautela e orientação veterinária. Levar o animal à rua antes da conclusão do protocolo vacinal completo expõe o organismo em desenvolvimento a patógenos de alta gravidade, comprometendo a imunidade do pet.
Durante os primeiros meses de vida, o sistema imunológico do filhote encontra-se em fase de maturação. Sem o ciclo preventivo finalizado, o animal não possui anticorpos suficientes para combater infecções frequentes e potencialmente fatais, entre as quais se destacam:
- Cinomose: doença viral altamente contagiosa que afeta os sistemas respiratório, gastrointestinal e nervoso.
- Parvovirose: infecção severa que causa diarreia hemorrágica e desidratação grave.
- Leptospirose: infecção bacteriana transmitida principalmente pela urina de roedores, capaz de afetar também os seres humanos.
O contato direto ou indireto com o ambiente externo representa o principal meio de contaminação. O vírus e as bactérias podem permanecer ativos no solo, em superfícies de grama, calçadas ou em dejetos de outros animais, tornando o ambiente urbano um vetor de contágio para filhotes desprotegidos.
A recomendação médica veterinária é manter o animal restrito ao ambiente doméstico até a aplicação da última dose do esquema vacinal inicial.
Após a imunização completa e a manutenção das doses de reforço anuais, o pet estará liberado para circular em áreas externas de forma segura.
A informação é da clínica petscompanycabral. Confira abaixo:









