"É idêntico": Irmãs encontram foto antiga com cão “aleatório” e percebem incrível semelhança com seu cão atual
Por Larissa Soares em Cães
Enquanto revisitavam memórias antigas, as irmãs Gabriela e Giovanna se depararam com uma foto curiosa.
Elas ainda crianças, lado a lado, segurando as patas de um cão vira-lata branco com manchinhas pretas.
O cachorro aparece de pé, se equilibrando, com uma pata em cada mão das meninas.
“Eu e minha irmã achamos essa foto nossa, quando crianças, com um cachorro aleatório”, escreveram ao compartilhar a imagem nas redes sociais.
Até ali, parecia apenas mais uma lembrança perdida no tempo. Mas bastou um segundo olhar para que algo incrível se revelasse.
Um cachorro do passado… no presente
Ao comparar a foto antiga com a realidade atual, Gabriela e Giovanna se deram conta de que o cachorro da imagem é idêntico ao Bento, o cão que hoje faz parte da vida delas.
“Esse é o nosso cachorro hoje, 20 anos depois”, escreveram, ao mostrar Bento.
Bento, de 10 anos, vive em Goiás e foi adotado pelas irmãs quando já tinha 3 anos de idade.
Ou seja, ele não viu elas crescerem, nem tem qualquer ligação direta conhecida com o cão do passado. Ainda assim, a semelhança é impressionante.
Na legenda do vídeo, elas resumiram a surpresa:
“Achamos essa foto antiga com um cachorro aleatório igual o Bento!!!!”
Veja o vídeo:
O vídeo viralizou rapidamente e já soma mais de 99,5 mil visualizações, além de centenas de comentários.
Para muitos internautas, não se trata apenas de uma coincidência, mas de algo maior, como se aquele cachorro tivesse, de alguma forma, encontrado o caminho de volta até elas.
“Não era aleatório. Ele voltou”, escreveu uma pessoa.
“Um viajante do tempo”, brincou outra.
“E por essa, nem o futuro esperava”, disse mais um.
“Pra mim é encontro de almas”, escreveu outra pessoa.
Coincidência ou algo além?
O mais interessante é que histórias assim não são tão raras quanto parecem. Volta e meia, tutores compartilham relatos de reencontros improváveis com cães idênticos aos que marcaram suas vidas no passado.
Um desses casos ocorreu ano passado, com a ativista da causa animal Ana Kerber.
Ana perdeu sua cadela Paçoca no dia 28 de junho de 2024. A dor da despedida ainda estava forte quando, apenas um dia depois, um vira-lata caramelo idêntico a ela surgiu em seu caminho.
O cachorro estava parado em frente a uma obra próxima à casa dela. Ao vê-lo, ela chegou a chamá-lo pelo nome da cadela falecida: “PAÇOCA?!”.
O cão, que atendia pelo nome Pequeno, parecia não ter um lar fixo e dependia da boa vontade dos trabalhadores da obra para comer e se abrigar.
“Você acredita que existe algo sobrenatural que proporcionou esse encontro? Hoje, não tenho nenhuma dúvida”, escreveu ela nas redes sociais.
Meses depois, quando os trabalhadores deixaram o local, Ana decidiu levar Pequeno para casa, inicialmente como lar temporário.
A adaptação foi desafiadora, especialmente com Caramelo, o cão mais idoso da família. Mas, ao visitar um canil e ver dezenas de animais sem perspectiva de adoção, ela entendeu que o destino já havia escolhido.
“A partir desse dia, ele é um Kerber”, escreveu, oficializando a adoção.
Um combinado que atravessou o tempo
Outra história parecida aconteceu com Virgínia Gomes e seu cão Duke, que faleceu em 2021.
Antes da despedida, Virgínia fez um acordo com ele: se voltasse para sua vida, uivaria com o mesmo som rouquinho que costumava fazer.
Anos depois, em fevereiro de 2024, ela conheceu Bob, um vira-lata idêntico a Duke, disponível para adoção.
Assim que o levou para casa, decidiu testar o combinado. E Bob, sem nunca ter sido ensinado, uivou exatamente como Duke fazia.
Larissa é jornalista e escreve para o Amo Meu Pet desde 2023. Mora no Rio Grande do Sul, tem hobbies intermináveis e acha que todos os animais são fofos e abraçáveis. Ela se formou em Jornalismo pela Universidade de Passo Fundo e é “mãe” de duas gatas.









