Border collie tem a pior reação ao ver nova irmã felina, e 3 dias depois tutora encontra cena que não esperava

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em Aqueça o coração

Jack, um border collie de três anos, já tinha fama de bagunceiro muito antes de ganhar uma irmã felina.

Quando a gatinha chegou, ele parecia estar longe de aceitá-la. Mas bastaram três dias para o cachorro mudar completamente de postura.

A transformação deixou os seguidores do cão impressionados. Principalmente porque o primeiro encontro entre os dois parecia caminhar para um desastre.

Bagunceiro desde sempre

Jack já era conhecido por seu jeito elétrico e pelas histórias engraçadas acumuladas desde filhote.

Segundo a família, ele sempre foi extremamente inteligente e aprendeu cedo a subir escadas e aprontar pela casa. E aprontar talvez seja até uma descrição modesta.

Quando ficava sozinho, Jack costumava “botar o terror”, como os próprios tutores brincam.

Sofá destruído, controles remotos mastigados, remédios espalhados e até a bíblia da casa já entraram para a lista de vítimas do border collie. Chinelos então, nem se fala.

Ao longo dos anos, porém, Jack também se tornou extremamente próximo da família.

Aventuras ao ar livre, passeios de carro e qualquer oportunidade de brincar sempre fizeram parte da rotina do cachorro, que ama água e mergulha sem pensar duas vezes.

O cão ainda ganhou um cargo simbólico na empresa da família, onde foi apresentado como mascote oficial e “especialista em bagunça e carinho”.

Mas nenhuma aventura anterior preparou Jack para a chegada da pequena Miumiu.

A chegada da gatinha

Quando a gatinha apareceu pela primeira vez, os dois ficaram separados por uma porta de vidro para evitar qualquer estresse inicial.

A família tentou apresentar a nova integrante com toda delicadeza possível.

“Olha, filho, sua irmãzinha”, disseram para o cachorro.

Só que Jack não pareceu muito convencido da novidade.

Em vez de curiosidade ou empolgação, o border collie encarou a filhote com uma expressão de puro descontentamento e começou a latir.

Por alguns momentos, a família chegou a pensar que a convivência entre os dois seria bastante complicada.

Só que três dias depois, tudo mudou. As cenas seguintes mostraram Jack completamente encantado pela nova irmã.

O cachorro passou a brincar delicadamente com a gatinha e parecia entender perfeitamente que ela ainda era muito pequena e frágil.

Miumiu, por sua vez, parecia absolutamente confortável perto do grandalhão.

Veja o vídeo compartilhado no Instagram do cachorro:

Nos comentários, internautas comemoraram a mudança rápida de comportamento.

“O início de uma linda amizade”, escreveu uma pessoa.
“Os animais são incríveis”, comentou outra.

Muita gente também afirmou que os dois provavelmente se tornariam inseparáveis dali para frente.

E especialistas explicam que amizades entre cães e gatos realmente podem acontecer com bastante sucesso quando a adaptação é feita de maneira gradual e respeitosa.

Adaptação é o segredo

Segundo orientações da Petbarn, apresentar corretamente um novo gatinho ao cachorro da casa é essencial para evitar medo, estresse e conflitos.

1. Troca de cheiros

O primeiro passo recomendado é justamente permitir que os animais tenham contato inicial apenas com o cheiro um do outro.

Isso pode ser feito deixando que cada animal explore ambientes onde o outro esteve anteriormente. Assim, ambos começam a se familiarizar aos poucos sem pressão.

2. Interações controladas

Depois dessa etapa, as interações devem acontecer sempre com supervisão.

A Petbarn recomenda manter o cachorro na coleira ou no colo durante os primeiros encontros até que os dois demonstrem conforto na presença um do outro.

Foi exatamente o que aconteceu com Jack e Miumiu. Inicialmente separados pela porta de vidro, os dois tiveram tempo para observar um ao outro com segurança antes da aproximação direta.

A adaptação bem feita costuma fazer toda diferença.

Larissa é jornalista e escreve para o Amo Meu Pet desde 2023. Mora no Rio Grande do Sul, tem hobbies intermináveis e acha que todos os animais são fofos e abraçáveis. Ela se formou em Jornalismo pela Universidade de Passo Fundo e é “mãe” de duas gatas.