Golden retriever com câncer que precisa usar cone ganha amigo parecido com ele: 'Se sente menos sozinho’

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O cãozinho Zep, um golden retriever, mora com a família Gerick na Austrália desde que era um filhote. Em 2018, aos 10 anos e prestes a entrar na velhice canina, ele continuava sendo um cão bastante enérgico e feliz.

Quando tinha três anos, Zep foi diagnosticado com um câncer que enfraqueceu seu sistema imunológico permanentemente, permitindo a entrada de doenças oportunistas. Ele tem feito tratamento desde então, com resultados adversos.

Por conta da facilidade de ser contaminado pelo ambiente externo, os donos de Zep colocam um cone em volta da cabeça dele durante o dia para impedir que ele morda, lamba ou toque em objetos sujos com a boca.

“Ele teve que lidar com muita coisa em sua vida”, diz Amber Gerick, a mãe de Zep. “Ele fica doente com bastante facilidade. A coisa mais comum que ele contrai é a dermatite canina. [...] Ele realmente não fica muito chateado com o uso do cone, já que está meio acostumado”.

Após tantas doenças e procedimentos que Zep teve de suportar, ele é praticamente um profissional em usar o cone canino. Ele nunca luta contra isso e, embora não ame utilizá-lo, sabe que é para o seu próprio bem.

Zep adora seus brinquedos, sobretudo os de pelúcia, como o pato Quackity. Quando não está mordendo e babando no ursinho, Zep se aconchega e dorme com ele.

Ciente do amor do cãozinho por suas pelúcias, Amber recentemente comprou Dug, um ursinho que rapidamente virou um amigo muito especial de Zep.

Enquanto está na companhia deles, o cachorro não se sente tão desconfortável com o cone canino.

“Além disso, ele não se sente tão sozinho”, garantiu a dona.
“Eu o amo tanto que chega a ser ridículo”, disse Amber. “Ele só me faz sorrir todos os dias e não sei o que faria sem ele”, concluiu a mamãe amorosa.

Como ajudar o seu cão a se adaptar com o cone

O cone é uma acessório desconfortável para a maioria dos cães, pois tira sua mobilidade e a agilidade em fazer as coisas, inevitavelmente tem casos que não há o que fazer e o seu cãozinho tem que usá-lo. E um dos primeiros passos é evitar o estresse, antes de fazer a cirurgia, procure uns dias antes acostumá-lo com o 'abajur' no pescoço, assim, quando realmente for usar, ele já estará habituado com o cone. Agora vamos às dicas:

1. Coloque o cone em frente ao seu cão, sem colocar no pescoço e toda vez que ele mostrar interesse dê-lhe um petisco.

2. Depois segure o cone com a abertura larga voltada para o seu cão. Elogie por qualquer movimento da cabeça que ele fizer em direção ao cone.

3. Agora segure o cone com a abertura pequena em direção ao seu cão e faça o mesmo que no passo 2, agora oferecendo petiscos incentivando ele a colocar a cabeça no cone.

4. Comece aos pouquinhos. Elogie e recompense seu cão por manter a cabeça no cone por mais tempo. Você pode começar a fechar o colarinho e recompensar.

5. Aumente a duração do uso, faça leve barulhos no cone para ele se adaptar, e sempre recompense.

6. Passeie com seu cão enquanto ele está usando o cone para ajudá-lo a se familiarizar com o ambiente e aprender a manobrar com ele. Incentive-o a manter a cabeça erguida enquanto caminha para evitar prender o cone no chão. Ajude-o a passar pelas portas e cantos, para que possa se adaptar aos diferentes movimentos.

Esperamos que com essas dicas o uso do cone seja menos traumática possível para o seu cãozinho!

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Gabriel Pietro têm 20 anos, é redator e freelancer. Fundou o Projeto Acervo Ciência em 2016, com o objetivo de levar astronomia, filosofia e ciência em geral ao público. Em dois anos, o projeto alcançou milhões de internautas e acumulou 400 mil seguidores no Facebook. Como redator, escreveu para vários sites, como o Sociologia Líquida e o Segredos do Mundo. Ainda não sabe se é de humanas ou exatas, Marvel ou DC, liberal ou social-democrata. Ama cinema, política, ciência, economia e música (indie). Ainda tentando descobrir seu lugar no mundo.