Gato se obriga a 'adotar' família que iniciou construção de casa em terreno que morava: 'Amor imenso'

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Quem nunca disse aquele ditado "dessa água não beberei" e acabou não só bebendo, mas se afogando nela, que atire a primeira pedra. Pamela Figueiredo, de Mairinque, São Paulo, é o exemplo perfeito.

Em uma publicação no Facebook, no dia 8 de dezembro, no grupo ‘Memes dos gatos encrenqueiros e sinceros’, Pamela compartilhou a sua experiência com o Alfredo Figueiredo, que hoje, é o seu gato. A adoção do gato era improvável, já que nas próprias palavras da Pamela, ela "odiava gatos".

Mas Alfredo estava determinado a viver com a família, já que ele se adonou da casa da Pamela e de seu esposo Luiz Fernando, que ainda estava sendo construída. A dona relembra que no processo de mobília e finalização da casa, ela percebeu que havia alguém morando lá.

O que entregou o invasor foi a marca das patinhas pela casa, pelos móveis e alguns rastros de pelos pelo sofá, além de uma gaveta quebrada devido ao inquilino fazer “mau uso”, como conta Pamela.

“Quando finalmente mudamos, o bichinho ficava na porta esperando a gente chegar, ficava chorando, isso quando não ficava no terreno do lado olhando para nossa janela. E eu, bem resistente, não querendo saber de animais de estimação, ainda mais gatos!”, relembra.

Pamela compartilhou até mesmo os prints de conversas com o marido:

Bem, isso não durou muito, pois em agosto de 2019, Alfredo conseguiu atingir o seu objetivo, que foi amolecer o coração da Pamela.

"Pra resumir a história: ele morava na casa de uma vizinha e se chamava Bebê. Eu e meu marido moramos na casa dele. Ele se chama Alfredo Figueiredo, e coleciona apelidos, tais como Algodão, Filho e Neném!! E eu, toda vez que lembro dessa história, fico chateada por ter sentido raiva dele”, expressa.

Pamela, como bem reconhece, não poderia ter feito uma escolha melhor, afinal, o casal se tornou ainda mais feliz com a presença do gatinho intruso.

“Hoje, o amor por essa criatura é imenso e, obviamente, não tenho só ele, temos também o Apollo Oliveira, irmão mais novo dele! E depois de sermos adotados por eles, meu marido sempre me diz: "Nós éramos felizes e não sabíamos que poderíamos ser mais ainda"...

Que linda essa história! Alfredo desempenhou o seu papel de persuadir a família em adotá-lo, perfeitamente bem, né? Adorei!

Como os gatos escolhem sua pessoa favorita?

Quem tem gato sabe que eles são seletivos, definem a quem darão carinho. Isso porque os gatos tendem a ser exigentes quanto à companhia humana. A motivação dos gatos para escolherem sua pessoa favorita se dá com base em uma combinação de circunstâncias, recursos e personalidade. Ou seja, os gatos relacionam o amor com quem escolhem para ser sua fonte de alimento.

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Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com