Do lado de fora de Pronto Atendimento, cadela chora ao esperar por dono que teve convulsão

A Belinha, que é companheira do morador de rua internado, o acompanhou desde o primeiro momento na ambulância

Joaquim Duarte, que é morador de rua, bateu a cabeça no chão após sofrer uma convulsão, ficando gravemente ferido. Após o acidente, o homem foi conduzido até uma Unidade de Pronto Atendimento – UPA, na cidade de Campo Mourão, no Paraná. Além dessa triste situação, outra envolvendo sua cachorrinha também chamou a atenção.

Trata-se da sua cadela Belinha, que fez questão de o acompanhar durante todo o trajeto na ambulância. Devido a gravidade dos ferimentos, Joaquim precisou ficar hospitalizado por alguns dias, apesar disso, Belinha não arredou o pé da porta da unidade e chorando, chamava pelo seu dono, comovendo os funcionários do local. Apesar da distância, ela foi acolhida em um canto da unidade recebendo água, comida e uma caminha improvisada. Tamanha era euforia da cadelinha, que a porta da unidade ficou toda ‘lenhada’, literalmente.

Toda essa lealdade, é claro, havia um motivo especial, afinal ela era muito bem cuidada pelo seu tutor, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas por ambos. Segundo seu Joaquim: “A marmita que eu ganho é dividida meio a meio com ela”.

A insistência de Belinha fez com que ela ganhasse uns minutinhos com seu Joaquim no quarto, espia só a cena:

Foto: Leticia Gozer

Enquanto seu Joaquim segue internado se recuperando, Belinha foi levada aos cuidados de uma ONG de protetores de animais que pagou a sua castração e se prontificou a ficar com ela até que seu amigo ganhe alta e possam finalmente voltar a ficarem juntos. Joaquim finaliza dizendo: “O lugar que eu ficar, ela fica junto. Se não cabe ela, não cabe eu”.

Um amor desses, hein bicho?!

Fonte: G1

Ana Caroline Haubert

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo.
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