Depois de ser mordido ao tentar resgatar poodle, homem descobre que o cão é cego e só estava tentando se proteger

Felizmente, o homem deu tempo ao cão para ganhar confiança e conseguiu resgatá-lo.

O comportamento agressivo de alguns cães pode ser facilmente compreendido se as pessoas passarem a olhar para as suas reais necessidades e dificuldades, o que acaba explicando tal comportamento.

Foi o que o voluntário Eldad Hagar descobriu após ter encontrado o poodle Dolittle que vivia pelas ruas de Los Angeles. Com a aproximação de Hagar, o cachorro assustado tentou o morder, o que levou o voluntário a acreditar que ele estava machucado ou que havia sido atropelado

Depois de algumas tentativas, Hagar finalmente conseguiu pegar Dolittle que ainda nervoso, tentava mordê-lo. Foi necessário tempo para que Dolittle sentisse confiança no homem e para a sua surpresa, depois de 30 minutos o cachorro acabou pedindo colo para ele, ele só precisou conhecê-lo melhor. É assim com as pessoas também, não é?

Só depois de levar o cachorro no tosador que Hagar percebeu que Dolittle era parcialmente cego, o que explica o seu receio com a aproximação do homem, afinal, deve ser uma situação bem delicada, imagina o que o pobre cãozinho já deve ter passado. Depois do resgate, Dolittle foi levado para um orfanato com o LA Animal Rescue.

Felizmente, a cegueira de Dolittle tinha reversão e graças a uma cirurgia ocular, o poodle voltou a enxergar. Que maravilha!

“O tratamento posterior de Dolittle foi longo, e nossos amigos do LA Animal Rescue fizeram um trabalho incrível ao ensiná-lo a confiar nas pessoas novamente”, disse Hagar.

Assista o momento do resgate de Dolittle até o seu estado atual:

Que lindo ver o cuidado do resgate até a evolução de Dolittle, que claro, só foi possível graças a ação de colaboradores preocupados com a sua vida! Agora, já recuperado, o pequeno aguarda por um lar definitivo e temos certeza que encontrará logo.

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com