Com medo das pessoas, cadela husky resgatada se vira para parede na tentativa de parecer invisível

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A atitude surpreendeu até mesmo a equipe que a resgatou, mas ela faz isso na tentativa de se sentir protegida.

A história da cadela da raça husky, chamada Lilac, nos apresenta uma lição tocante - como a vida nas ruas pode ser dura e como só o amor pode curar esses traumas.

Vivendo nas ruas de Los Angeles, Califórnia, Lilac foi resgatada em frente a uma escola primária, pelo grupo de resgate Hope For Paws. Desconfiada e com medo de aproximações, a equipe usou comida para chamar a sua atenção e conseguir resgatá-la.

Não demorou para a equipe perceber o motivo de Lilac temer tanto a aproximação das pessoas, afinal, ela estava traumatizada e demonstrava isso virando o focinho para o canto do canil, na tentativa de se esconder. Farren Mahone, que passou a treinar Lilac, disse que o gesto é uma tentativa de se tornar invisível para conseguir sobreviver. A imagem é de cortar o coração!

O recuo continuou acontecendo por meses, ao mesmo tempo que a equipe tentava confortá-la e fazer com que Lilac se sentisse à vontade no ambiente.

Uma amiga do treinador Farren, Tanja, procurava um cão para adotar e quando foi visitar alguns cães no canil, ela estava abaixada os acariciando e Lilac se aproximou e brincou com nela, em uma tentativa de chamar atenção. Felizmente, a atitude foi percebida pela mulher, que a adotou.

Nesse momento, a doce Lilac já estava mais confiante com as pessoas em sua volta e agora ganhou a oportunidade de viver em um lar de verdade. Muito merecido!

Assista a evolução de Lilac do seu resgate até o momento:

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com