Cadela da raça borzoi com focinho mais comprido do que o normal ganha popularidade nas redes

Por
em Notícias

Da raça borzoi, a cadela tem o focinho naturalmente maior do que outras raças, mas o caso dela se destaca porque ele cresce na medida que ela vai envelhecendo.

Sejam manias, características físicas, de saúde ou estéticas, a peculiaridade dos cães é exatamente o que os tornam especiais. A cadela Eris, da raça borzoi, chama atenção naturalmente por conta do seu tamanho e feição. Ela que vive em Richmond, Virginia, nos Estados Unidos, com as duas donas, enfrenta algumas dificuldades no dia a dia como durante a alimentação por conta do seu focinho comprido.

Quando foi adotada em 2018, a proprietária Lily Kambourian sabia que ele teria uma mordida excessiva, mas desde então o focinho de Eris cresceu cerca de 30 centímetros, mas segundo a dona, ele continua crescendo na medida que o cão envelhece.

“Fomos avisadas ​​quando ela era um filhote de cachorro de que poderia estar tendo problemas dentários, onde os dentes cutucavam as gengivas e ela poderia precisar remover os caninos, mas ela superou isso. Não há problemas em seu nariz comprido, ela deixa cair comida em todos os lugares, mas eu também. Nós lhe daremos um osso e ela mastigará isso para sempre em comparação com outros cães que comeriam muito rapidamente”, disse Lily.

Mesmo com as dificuldades enfrentadas, isso não parece importunar Eris, que se importa mesmo é com o amor da sua família, que aconteceu a primeira vista.

“Quando fomos visitar os filhotes, era evidente que eles poderiam ter uma mordida excessiva. Isso os excluiria de qualquer exposição de cães, pois é um defeito genético, mas isso não nos incomodou. Ela veio até nós e sentou-se no colo de [Savannah] minha parceira.”

Eris, que é uma cadela com temperamento calmo, ganhou uma conta no Instagram em que compartilha a sua rotina com os seus mais de 177 mil seguidores.

O seu focinho avantajado também tem um benefício: “Eris é muito boa em enfiar o nariz em espaços muito pequenos entre sofás, cercas ou pessoas que desfrutam de uma refeição à mesa — então certamente o focinho pontiagudo é vantajoso nesses lugares”, concluiu Lily.

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com