Menino chora ao se despedir de seu cãozinho vítima de ato criminoso

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A população do pequeno município de Pocahontas, no Arkansas (EUA), ficou chocada com um caso de extrema crueldade contra um cachorrinho recém-adotado.

Em junho deste ano, Randy Land estava cortando a grama do quintal de sua casa enquanto seu cão, Max, observava ao longe.

Durante o serviço, ele não conseguia ouvir nada ao redor, pois o barulho do cortador era muito alto. Quando terminou, Randy foi até Max para lhe oferecer água e comida. Ele parecia estar dormindo, deitado no chão, imóvel.

Ao se aproximar, veio o choque: Max estava sangrando pelo nariz e pela boca, inconsciente. Nesse momento, o norte-americano cogitou que a culpa fosse dele… Talvez uma pedra tivesse ganhado impulso no cortador e acertado o cachorro.

Ele entrou em contato com o Departamento de Polícia de Pocahontas para pedir ajuda. Dez minutos depois, o policial Anthony Parten chegou para prestar socorro e investigar o acontecido.

Max foi levado até a Clínica de Animais Westridge. Lá, a família Land descobriu algo horrível: Max não foi ferido pelo cortador de grama, mas havia sido baleado 7 ou 8 vezes com uma arma de chumbo. Os ferimentos eram muito graves e infelizmente Max não resistiu, falecendo no mesmo dia.

O filho de Randy ficou inconsolável com a tragédia e chorou muito, especialmente durante o enterro do seu cãozinho.

A família não sabe quem fez isso ou por quê, mas deseja justiça. Randy e Audra, sua esposa, afirmam que a morte de Max afetou profundamente sua família. “Agora nosso garotinho está com medo de sair para fora”.

Max era mais que um cachorro para a família Land, ele era um membro, amigo e protetor.

“Ele tinha um espírito tão gentil, tão doce… Ele era um cão muito protetor com meus filhos”, lembrou Audra.

A família Land enterrou Max no riacho perto da casa dos pais de Randy. Dizem que foi algo apropriado, já que Max adorava nadar por lá. Agora, eles só querem justiça.

A polícia ainda está investigando o crime e esperamos que muito em breve, algo seja responsabilizado por seus atos.

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Gabriel Pietro têm 20 anos, é redator e freelancer. Fundou o Projeto Acervo Ciência em 2016, com o objetivo de levar astronomia, filosofia e ciência em geral ao público. Em dois anos, o projeto alcançou milhões de internautas e acumulou 400 mil seguidores no Facebook. Como redator, escreveu para vários sites, como o Sociologia Líquida e o Segredos do Mundo. Ainda não sabe se é de humanas ou exatas, Marvel ou DC, liberal ou social-democrata. Ama cinema, política, ciência, economia e música (indie). Ainda tentando descobrir seu lugar no mundo.