Com câncer terminal, morador de rua tem como último desejo que alguma família adote sua amada cachorrinha

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As pessoas enfrentam as suas próprias batalhas e desafios, algumas questões, no entanto, não poderiam ser resolvidas sem a ajuda alheia.

O morador de rua Clifford James Herbert, de 60 anos, é o exemplo ideal, pois graças a ajuda de uma mulher de bom coração, a sua vida e a da sua cadela foram transformadas.

Em um dia de extremo frio do mês de agosto, Jenine-Lacette passava com o seu carro pelas ruas de Fresno, Califórnia, quando se deparou com um homem encolhido abraçado em um cachorro. Ela resolveu parar e entregar um cobertor, comida de cachorro e um rolo de papel higiênico que ela tinha no carro.

Conversando com Herbert, ela ouviu um pouco sobre a sua história e ficou de coração partido. O homem era trabalhador rural e dono de uma oficina mecânica, mas perdeu o emprego quando ficou incapacitado após complicações de uma cirurgia cardíaca e traqueotomia em 2006.

Desde então ele passou a viver nas ruas e ao longo do caminho ganhou a companhia da cadela chamada Baby, a qual ele resgatou de um homem que a agredia. A parte trágica dessa história vem agora: ele está com câncer terminal e precisa de um novo lar para Baby. “Ela é minha melhor amiga. Ela me protege”, declara.

A descoberta veio recentemente e, segundo Herbert, ele tem apenas algumas semanas de vida e seu único desejo era que alguém adotasse sua doce Baby. Completamente comovida com a história, Jenine hospedou Herbert em um hotel para que ele e sua companheira pudessem ficar aquecidos e confortáveis.

Ainda com a ajuda de Janine, a história tomou grandes proporções e uma família demonstrou interesse em adotar Baby. Ela foi adotada recentemente por uma mulher chamada Stephanie e sua família e em seu novo lar, a cachorrinha terá um amiguinho com quem crescer, além de outros cães que a família tem. Apesar do triste desfecho de Herbert, Baby não estará sozinha nesse momento delicado!

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com