Matilha de cães beagle é treinada para ajudar a identificar e capturar caçadores de animais selvagens na África do Sul

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Não importa em qual parte do mundo eles se encontram, os animais são capazes de fazer a diferença em qualquer lugar.

Diretamente da África do Sul, Theresa Sowry, CEO do Southern Africa Wildlife College, visitou um homem chamado Joe Braman em seu rancho rural no sul do Texas para pedir a sua ajuda e a dos seus cães.

Por um motivo muito nobre, Joe, que trabalhava como policial, foi procurado por Theresa pelo fato dele ter treinado cães da raça beagle para auxiliarem nas investigações e ajudar a capturar presos em fuga.

O propósito da CEO é de que, com essa ajuda, ele pudesse treinar uma matilha que auxiliaria a identificar e, consequentemente, capturar caçadores de animais selvagens em todo o país.

Graças a colaboração de Joe, desde que chegaram na África do Sul em 2018, os filhotes já salvaram a vida de 45 rinocerontes ameaçados, capturaram 145 caçadores e confiscaram 53 armas, de acordo com o National Geographic. Desde então, houve um aumento de dez vezes nas apreensões bem-sucedidas de caçadores ilegais, graças ao trabalho do programa K9.

Agora, em meio ao bloqueio por coronavírus, eles e seus amigos humanos no Southern African Wildlife College continuam a fornecer seus serviços essenciais nos parques nacionais do país.

Ou seja, além de serem criaturas encantadoras, esses cães têm um propósito louvável de ajudar a proteger a vida selvagem na África do Sul.

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com