Homem sem-teto só aceita morar em abrigo após ter certeza que seus 31 cães seriam acolhidos

Foram muitas as dificuldades encontradas pelo homem que escolheu dedicar a sua vida aos animais abandonados, mesmo assim, ele se recusou em deixar os seus cães para trás.

Do ponto de vista social, algumas pessoas são menosprezadas por, aparentemente, não terem nada a oferecer, especialmente do aspecto financeiro. O que a sociedade precisa compreender, no entanto, é que quem menos tem, geralmente é o que mais se dispõe a colaborar, inclusive com os animais abandonados.

Foto: Reprodução / Amiee Stubbs
Foto: Reprodução / Amiee Stubbs

Uma simples análise do cotidiano pode comprovar essa tese, basta olhar para os moradores de ruas e ver que grande parte deles possuem pelo menos um cachorro como companheiro. Dividir comida, por exemplo, é apenas um, dos muitos momentos que eles compartilham juntos.

Foto: Reprodução / Amiee Stubbs
Foto: Reprodução / Amiee Stubbs

Um homem que viveu a maior parte da sua vida pelas ruas dos Estados Unidos deixou um grande legado de ensinamento ao dedicar a sua vida - mesmo escassa de qualquer recurso financeiro - para resgatar, salvar e cuidar de dezenas de animais.

Foto: Reprodução / Amiee Stubbs
Foto: Reprodução / Amiee Stubbs

O homem viveu por 16 anos em uma reserva natural americana, o Parque Estadual Natchez Trace, no Tennessee, e sempre teve como companhia os cães que foram resgatados por ele. Agora, idoso e com problemas de saúde, ele passou a enfrentar dificuldades para lidar com a vida independente pelas ruas.

Embora ele recebesse oportunidades de ajuda para morar em abrigos, ele nunca aceitou por não querer deixar os cães sozinhos.

Foto: Reprodução / Amiee Stubbs
Foto: Reprodução / Amiee Stubbs

Graças à solidariedade alheia, uma ONG que cuida de animais, se prontificou em acolher e resgatar todos os cães, 31 no total, que estavam sob os cuidados do agora, ex sem-teto. O homem foi encaminhado para um lar de idosos e os cachorros foram recolhidos ao abrigo e já foram triados, alimentados, vacinados, vermifugados e castrados. A maioria deles já encontraram, inclusive, uma nova família.

Foto: Reprodução / Amiee Stubbs
Foto: Reprodução / Amiee Stubbs

Que história maravilhosa, não é? Isso só reforça que quando se faz o bem, ele retorna da mesma maneira ou até melhor! Fica a admiração por esse grande exemplo!

Ana Caroline Haubert

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com

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