Durante pesca em alto mar, pescadores salvam raposa presa em iceberg

Por
em Notícias

Sem a ajuda dos homens, ela poderia ter se tornado presa das gaivotas ou teria morrido afogada ao cair no mar, já que a espécie não sabe nadar.

Os animais selvagens têm uma maior facilidade para se adaptar em diferentes condições, por vezes, precárias da natureza, mas há momentos que a presença humana pode ajudar a mantê-los vivo, como aconteceu nesse caso.

Os pescadores Mallory Harrigan, Cliff Russell e Allan Russell estavam trabalhando a bordo de um barco de pesca próximo à costa do Canadá quando avistaram uma raposa do Ártico encalhada em um iceberg no meio do mar.

A raposa não sabe nadar, então a situação em que ela se encontrava era de grande risco e poderia ser fatal se os pescadores não estivessem no local naquele momento. Preocupados, os homens não hesitaram em tentar salvá-la e aproximaram o barco do iceberg.

Além de faminta, a raposa estava bastante assustada, afinal, ela devia estar vendo um humano pela primeira vez, então ela tentou se esquivar dos homens, que insistiram na aproximação até conseguir pegá-la. Já no barco, o trio improvisou uma confortável cama para que ela pudesse repousar e se sentir mais à vontade.

“Nós a pegamos e ela recuou para o canto. Ela estava fraca demais para fazer qualquer coisa quando a trouxemos a bordo; ela dormiu a maior parte do caminho. Quando acordamos, ela estava um pouco nervosa, mas assim que a alimentamos, ela ficou bem calma. Ela não comia nada nas primeiras 5 ou 6 horas. Demos a ela batatas e biscoitos, mas ela não quis nada até acordar e nós a alimentamos com uma lata de salsichas de Viena”, disseram.

Depois de a alimentarem, já em terra firme, os pescadores a libertaram em uma área da natureza, onde ela pôde seguir o seu caminho em segurança. Mallory diz que ainda a vê por aí de vez em quando, explorando algumas velhas casas de cachorro em William's Harbor. Ou seja, ela está muito bem.

Veja o vídeo desse lindo animal de volta à terra firme:

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com