Técnica de enfermagem adota gatinha que estava presa em tubulação de hospital, e sua cadela amamenta a filhote; confira

Inicialmente a cadela rejeitou o filhote, mas em menos de 24 horas ela já até estava amamentando o gatinho para a surpresa da dona; confira.

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Algumas situações podem parecer complicadas para os humanos, mas para os animais é tudo tão simples, como a facilidade que eles possuem em acolher uns aos outros. Foi exatamente isso que a cadelinha Luna fez por uma gatinha, que mesmo filhote, já correu risco de vida.

Quando a dona, Maria de Fátima Marques, que mora em Jataí, no sudoeste de Goiás, chegou em casa com a filhotinha, no dia 11 de novembro, Luna não foi nenhum pouco receptiva com a felina, pelo contrário, ficou latindo receosa.

Maria, é técnica de enfermagem e se deparou com a gatinha depois dela ter sido resgatada da tubulação do Hospital Padre Tiago, onde ela trabalha. O choro da filhote, que ficou presa cerca de 24 horas no cano, podia ser ouvido nos quartos.

Felizmente ela foi salva sem ferimentos pelo Corpo de Bombeiros e quando Maria se deparou com a filhote frágil e desprotegida, decidiu adotá-la. O que a técnica não imaginava, era que a sua cadela Luna também adotaria a gatinha.

Em menos de um dia, Luna já havia mudado de ideia, se aproximado da filhote e a acolhido como se fosse sua.

“Eu cheguei em casa 20h e a minha cachorra, chamada Luna, cachorra estava brava com ela, latindo. Quando foi de manhã, levantamos, abri a porta, a cachorrinha entrou, e eu assustei quando a minha netinha falou ‘vovó, a gatinha tá mamando na cachorra’. E eu fui ver, e ela [cadela] estava toda espalhada, e sentindo muito bem, à vontade, com a gatinha mamando”, disse Maria em entrevista ao G1.

A cena deixou a dona comovida, mas preocupada se aquela troca era saudável para ambas as partes.

“Eu fiquei sem saber o que fazer, e eu fui pesquisar para ver se podia, e aí eu ouvi falar que não tem nada e deixei. Agora as duas estão lá em casa. A cachorra procura mais a gata do que a gata a cachorra. Ela fica atrás da gatinha para mamar nela. Está uma graça”, conta.

Veja o vídeo:

Viu só como as coisas são simples para os animais? Nós é que complicamos!

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com