Cadela que fugia todos os dias de casa para esperar dono no hospital finalmente o reencontra (vídeo)

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Companheira fiel! A cadelinha chamada Boncuk demonstrou todo o seu amor pelo dono ao seguir a ambulância que ele estava até o hospital e permanecer no local até que ele ganhasse alta.

Segundo o portal de notícias Daily Mail, o dono, Cemal Senturk, que vive em Trabzon, na Turquia, ficou doente no dia 14 de janeiro, e teve que ser transferido para um hospital. Embora ele tivesse o apoio dos seus familiares, a sua ‘cãopanheira’ Boncuk fez questão de acompanhá-lo e ficar no hospital, se certificando que ele estaria bem.

A filha de Cemal, Aynur Egeli, levava a cadelinha para casa, mas ela fugia e voltava ao hospital, impressionando até mesmo os funcionários da instituição.

“Ela vem todos os dias por volta das 9h e espera até o anoitecer. Ela não entra. Quando a porta se abre, ela enfia a cabeça para dentro”, disse o segurança do hospital, Muhammet Akdeniz.

Depois de longos seis dias, principalmente para Boncuk, Cemal recebeu alta e os dois puderam se reencontrar. Na última quarta-feira, 21, enquanto Cemal saia de cadeira de rodas, Boncuk estava na entrada do hospital pronta para recebê-lo com muito amor e carinho. E com o rabo abanando muito, é claro.

Veja o vídeo:

“Ela está muito acostumada comigo. E eu também sinto falta dela, constantemente”, declarou Cemal assim que reencontrou sua companheira.

Agora, os dois finalmente estão juntos novamente.

Lealdade canina

Os cães adoram os seus donos, além do motivo de serem próximos das pessoas que os alimenta, caminha e passa mais tempo com eles, parte também é uma reação química.

O hormônio oxitocina é liberado em cães e pessoas quando eles interagem com alguém de quem gostam. É por isso que também é conhecido como "hormônio do amor". Há evidências de que aumenta a motivação social em cães para ajudar a formar um vínculo. Os cães provavelmente foram os primeiros animais a serem domesticados. Eles evoluíram para serem capazes de ler gestos humanas, como apontar para comida escondida. Essa interação, que acontece há mais de 500.000 anos, aproximou o cão de tal forma que eles se tornaram dependentes dos humanos.

Um estudo feito com 60 cães descobriu que eles tinham um forte desejo de contato social com humanos.

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Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com