Cadela só se acalma após deitar sobre caixão de dono: 'Era como a filha dele'

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A cadelinha Shirley, de 12 anos, reside com a sua família em Luque, Paraguai e na última quarta-feira, 9, sofreu uma grande perda. Seu tutor, Miguel Ángel, veio a falecer deixando sua pet desolada.

Os cães são seres sensíveis capazes de expressar suas emoções nitidamente. E foi o que aconteceu com Shirley, a peludinha perdeu quem tanto amou em vida e, expressando sua dor, gritava e latia insistentemente, até que Andrea Arzamendia, filha do falecido, soltou-a e ela correu para cima do caixão, acalmando-se. Queridinha!

A cachorrinha foi adotada por Miguel ainda filhote. O homem a amava incondicionalmente e Shirley tinha o apreço na mesma proporção. E depois de anos de companheirismo, o pior aconteceu: o homem faleceu. E a sua partida se deu com um mês de diferença da morte de sua esposa. Um baque para a família.

Andrea, muito sentida com a morte do seu pai, não se deu conta que tinha alguém que sofria ainda mais, Shirley. A jovem envolvida com o velório, achou prudente deixar a cachorrinha presa em um poste, porém a pequena, inquieta, latia e gritava desesperadamente, foi quando ela decidiu soltá-la, acreditando ser esse seu incomodo.

O que Andrea não imaginava era que aqueles latidos significavam o sofrimento da pretinha por perder o seu amor. Assim que estava livre, a cachorrinha não correu brincar, mas sim, foi para os 'braços' do seu pai, como um último adeus. A peludinha ficou enroladinha em cima do caixão sentindo a 'presença' do seu cuidador. Emocionante!

“Nós pensamos que porque ela estava amarrada, ela estava chorando. Nós a deixamos ir e não foi até que ela subiu no caixão que ela se acalmou. Meu pai era um apaixono por animais. Os animais do meu pai se apaixonam. Eles o amam tão lealmente", disse Andrea ao Extra.

Antes de partir, o último pedido de Miguel à sua filha foi que ela se dedicasse e cuidasse de Shirley, assim como ele fez. E não temos dúvidas de que Andrea cumprirá esse desejo fervorosamente.

“(…) Era como a filha dele. Ela o procura, sente o cheiro de tudo, colocamos nela a camisa usada do meu pai para acalmá-la”, revelou.

Os cães não falam, mas nos ensinam grandes lições. Com eles percebemos o quanto a vida é curta e que vivê-la intensamente é o mínimo que podemos fazer. Se entregar as emoções não é vergonha, demérito é omitir o que sentimos. Estar perto de quem amamos não é fraqueza, é força para encarar os problemas. Seja feliz! E faça feliz quem estiver ao seu redor!

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