Tutora de aves há 19 anos compartilha conhecimento de como ter psitacídeos como pets

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em Mundo Animal

Já se perguntou como é ter papagaios, calopsitas, marianinhas e outras aves como pets? Em entrevista ao Amo Meu Pet, Giselli Almeida, cuidadora de animais e empresária, conta como é ter psitacídeos como animais domésticos.

Através de suas redes sociais, Giselli compartilha com seus mais de 400 mil seguidores, informações sobre alimentação, curiosidades, enriquecimento ambiental e muito mais. A cuidadora sempre gostou de animais, já teve várias espécies, inclusive girino. Mas quem conquistou verdadeiramente o seu coração foram as aves, como relata.

"Meu amor pelos psitacídeos, em especial, começou há quase 19 anos, quando adquiri a minha primeira ave pet, a Frida, uma calopsita (está viva e bem de saúde até hoje)", afirma.

A cuidadora possui nove calopsitas, duas marianinhas e um papagaio; todos super mansos e muito amados. E com grande alegria, faz questão de caracterizar cada uma das suas espécies.

"As calopsitas são super tranquilas, não há alteração de humor na fase hormonal e todos podem interagir com elas".

"As marianinhas também são muito mansas, mas há alteração de humor na fase hormonal, principalmente o macho. Mas essa fase, apesar de poder durar a primavera e o verão todo, o humor muda poucas vezes e a grande maioria das pessoas também podem interagir com elas".

"Já o papagaio é um bebê, tem 8 meses e a personalidade não está definida ainda, mas como bem sabemos, os papagaios escolhem apenas uma pessoa da família para “chamar de seu” (risos)".

Por conta de suas aves, a empresária nunca precisou de terapia, pois a turminha supre toda a necessidade que precisa para superar os obstáculos da vida.

Grata por ter encontrado apoio e refúgio em seus psitacídeos, decidiu ajudar outros tutores de aves a cuidarem melhor dos seus pets. E passou a estudar e pesquisar sobre o comportamento, alimentação e qualidade de vida desses animais.

E com todo o conhecimento adquirido ao longo de anos, deu início ao projeto Kriandokalô - que atua em prol do bem estar das aves em geral. O objetivo da iniciativa é a troca de informações sobre os cuidados que devemos ter com os psitacídeos.

Sua generosidade em querer levar apoio aos tutores lhe renderam muitos feedbacks positivos. E o seu projeto só tende a crescer com tamanho empenho em ajudar os criadores e futuros criadores de psitacídeos.

Como uma verdadeira admiradora da espécie, Giselli deixa um recado para as pessoas que ainda têm dúvidas em adotar uma ave como pet:

"Pesquise muito a respeito da sua futura ave pet! Pesquise se tem o ambiente propício para dar à ela uma excelente qualidade de vida. Lembre-se: a ave pet tem necessidade de atendimento veterinário, de uma boa alimentação e de um ótimo manejo! Só assim você poderá dar à ela, não só o amor que ela necessita, mas também a longevidade que a grande maioria pode alcançar!", conclui.

Esses animais podem se tornar companheiros para a vida toda, literalmente! Pois as calopsitas vivem em torno de 20 anos, as marianinhas em torno de 40 anos e os papagaios podem chegar aos 80 anos. Tal longevidade é um quesito relevante para ser considerado ao adotar esse tipo de bichinho.

Para conhecer mais sobre o trabalho da Gi, não deixe de acompanhar o Kriandokalô no YouTube, Facebook ou Instagram, para receber dicas e orientações sobre a criação desses pets.

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