Vendas do setor voltado para animais de estimação resiste à crise do coronavírus

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Na contramão de empresas que têm encontrado grandes dificuldades durante o período, o setor voltado para os animais ganha força.

Centenas de empresas, de diferentes segmentos, encontraram dificuldades financeiras durante a pandemia do coronavírus, inclusive, ao ponto de fechar. Embora seja um cenário triste, o período foi benéfico para outros ramos, como o mercado voltado para os animais.

Estima-se que cerca de 54 milhões de cachorros e 24 milhões de gatos vivam nas casas dos brasileiros, o que consequentemente, classifica o Brasil como terceiro maior mercado de pets de todo o mundo. Portanto, empresas brasileiras do ramo como a Na Petz — maior rede do Brasil com 107 lojas — e da Petland, registraram aumento de vendas desde o início da quarentena.

A Na Petz, por exemplo, dobrou as vendas nos dias antecedentes à determinação de isolamento social no país. “O cliente não deixa de ir à loja, mas, quando vai, aproveita para fazer uma compra grande e, assim, não precisar retornar com tanta frequência”, avalia o CEO da Petz, Sergio Zimerman.

Embora o serviço de banho e tosa esteja temporariamente suspenso, a decisão dos clientes em realizarem compras maiores do que o habitual, também ocorreu com a Petland, conforme explica o presidente Rodrigo Albuquerque. “As pessoas não deixaram de comprar e passaram a adquirir mais produtos. Em vez de um pacote de ração, levam dois. Também pegam mais petisco, mais brinquedo. O cachorro está confinado, sem passear ou saindo menos e precisa gastar energia.”

A ascensão do mercado é muito importante, não só para os empresários, mas também por suprir as necessidades dos animais que merecem ainda mais atenção e cuidados, especialmente nesse momento que eles acabam ficando mais isolados e, consequentemente, estressados. As vendas online além de facilitar o processo de compra para o cliente durante a quarentena, impacta positivamente no aumento de venda do setor.

Outros fatores que beneficiam o crescimento do setor, é o fato de cada vez mais lares estarem adotando animais e os tratando como membros da família. Afinal, eles também merecem serem bem cuidados!

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com