Mulher paga R$ 1,5 mil por filhote de vira-lata achando que era shih-tzu em pet shop de Campo Grande

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A quantidade de cães disponíveis para adoção não é um problema no Brasil, especialmente pela quantidade de vira-latas que vivem sem lares, mas há pessoas que possuem preferências por animais de raças, por isso, acabam optando em comprá-los.

Uma vez que você investe para obter o filhote desejado, espera-se que a expectativa seja cumprida dentro do combinado, certo? Bem, na teoria era assim que deveria ser, mas uma mulher de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, viveu uma situação desagradável ao comprar ‘gato por lebre’.

O ditado popular, que faz referência sobre ser enganado, se aplicou a mulher que preferiu não se identificar, quando a mesma efetuou a compra de um shih-tzu em um pet shop localizado na Cidade Jardim, bairro nobre de Campo Grande, mas descobriu que a origem do filhote era de um vira-lata.

A aquisição, feita em junho deste ano, no valor de R$ 1,5 mil, deixou a mulher extremamente frustrada, mesmo com todas as qualidades que eles possuem, a venda foi fraudada por parte dos proprietários do pet shop, que chegaram inclusive a gerar um contrato detalhando - erroneamente - as características do cão.

Em entrevista ao jornal Midiamax, a mulher disse: “Não é Shih-tzu nem aqui, nem na China. Mas eu já amo ele. Só quero que eles devolvam o meu dinheiro, mas eles falam que não tem e que é para eu pegar outro cachorro. E não é assim”.

Para tentar resolver a situação, a mulher procurou o Procon-MS e descobriu que há outros casos envolvendo o pet shop, com a venda de cães vira-latas como se fossem de pedigree. Além disso, o estabelecimento foi autuado pelo Procon em abril, por não ter um veterinário responsável e nem documentos que comprovassem a origem dos animais expostos à venda.

O proprietário do pet shop devolveu o dinheiro para a mulher e explicou que a cadela que deu a cria pode ter se relacionado com outro cão e o animal vendido a moradora pode ser sido uma exceção da ninhada, pois os demais cães são de pedigree. Que transtorno, hein?! Aparentemente, tudo terminou resolvido, pelo menos.

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com