Criança que se sentia rejeitada por ter vitiligo se emociona ao conhecer cachorro com a mesma condição genética

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O que antes era motivo de incômodo, se transformou na sua maior motivação.

Essa história, muito especial, mostra que o que temos de mais diferente, é o que temos de mais valioso. Um garotinho chamado Carter Blanchard, que vive em Arkansas, Estados Unidos, foi diagnosticado com vitiligo em 2014. A condição o deixava muito incomodado com a própria aparência.

Essa condição, que consiste na mudança de pigmento em algumas partes do corpo e causa manchas, fez com que ele se sentisse rejeitado na escola, afinal, ele era o único com a doença. Carter teve graves problemas de autoestima e aceitação, mas sua mãe sabia que precisava encontrar uma maneira dinâmica e especial de prová-lo do contrário.

“A primeira coisa que ele me disse quando entrou no carro é que odiava seu rosto e odiava sua aparência”, relembra a mãe, Stephanie Adcock. Depois de realizar muitas pesquisas sobre o assunto, sua mãe conheceu a história do cão chamado Rowdy, da raça labrador, diagnosticado com a mesma doença de Carter, descoberta inclusive no mesmo ano que a dele.

Quando soube que não era o único com vitiligo, Carter ficou profundamente feliz e passou a ter contato via internet com Rowdy e sua família. Isso porque Rowdy morava em outro estado, Oregon, e a família de Carter não tinha condições financeiras de conhecê-lo pessoalmente.

A história se tornou popular por meio da mídia, e um telespectador anônimo se comoveu tanto com a história, a ponto de doar 5 mil dólares para que Carter pudesse viajar até a cidade do seu amigo canino. Que incrível, né?

A partir daí, foi amor à primeira vista. Era como se os dois já se conhecessem e fossem amigos de infância, afinal, semelhante atrai semelhante e eles tinham uma conexão que ia muito além da aparência, que é o amor pelo próximo e, agora, próprio também.

“Quando entramos na casa deles, não senti que estávamos entrando pela primeira vez, eles já eram família. Pode-se dizer que o Rowdy sabia que algo estava acontecendo e sentia a boa energia na sala”, afirma Stephanie.

Que encontro maravilhoso! Certamente, a partir dele, a vida deles nunca mais será a mesma!

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com