Guardiões de santuário usam terno com estampa de zebra para confortar filhote órfã

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Após perder a sua mãe de uma maneira traumática em um ataque de leões, a filhote conseguiu escapar, mas precisou de ajuda para se sentir segura novamente.

Sejam animais domésticos ou selvagens, todos eles amam incondicionalmente as suas mães e, perdê-las precocemente, é igualmente doloroso. Infelizmente essa foi a experiência vivida por Diria, uma filhote de zebra que perdeu a sua mãe em um ataque de leões no Parque Nacional Tsavo East, no Quênia.

Conforme o site Zoorprendente, Diria conseguiu escapar do ataque e se refugiar no meio de um rebanho de cabras. Nos primeiros dias ela foi cuidada por um grupo de pastores, mas depois foi transferida para a Unidade de Reintegração Voi do Sheldrick Wildlife Trust.

Mesmo em segurança, os cuidadores se preocuparam com outra questão: o bem-estar emocional de Diria que havia perdido sua mãe de uma forma traumática. Para contornar a situação e deixá-la o mais confortável possível, a equipe do parque investiu em ternos com estampa de zebra, com o intuito de familiarizá-la fisicamente com os cuidadores.

A sensibilidade dos funcionários foi registrada e demonstra quão grande é o empenho em tentar suprir a falta da mãe.

“Na natureza, os potros zebra imprimem o padrão listrado de sua mãe, por isso criamos casacos listrados idênticos que os Guardiões podem usar no serviço de zebra, para que Diria possa imprimir como a natureza pretendia, sem se prender muito a qualquer indivíduo”, disse um porta-voz da organização.

Os esforços não são em vão e gradualmente Diria passou a demonstrar maior confiança nos guardiões e na vida.

“Usamos essa técnica com muitas zebras órfãs que criamos com sucesso ao longo dos anos e detalhes como esses as ajudam a crescer como bebês e, eventualmente, se reintegrar de volta à natureza”, disseram os cuidadores.

Como um simples gesto tem o poder de revigorar a vida de Diria e de tantos outros filhotes que chegam ao local órfãos! Linda iniciativa!

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Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com