Mulher não consegue lidar com morte de seu gato e decide cloná-lo

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Crente de que não conseguiria lidar com a perda de seu gato de estimação, uma mulher norte-americana decidiu cloná-lo pouco antes de sua morte.

Uma tutora que mora em Cedar Rapids, em Iowa (EUA), não quis revelar sua identidade em reportagem à Revista People. Ela contou que a ideia de clonar o gato, o Sr. Tufts, antes de sua morte, surgiu durante uma visita ao veterinário local.

O profissional coletou amostras de tecido vivo para uso posterior, de acordo com a entidade United Press International (UPI).

As amostras colhidas pelo Dr. Kevin Christmas, do Centro Veterinário de Cedar Valley foram enviadas para a ViaGen Pets em Cedar Park, Texas (EUA), que mais tarde clonaria o gato.

“Eu nunca tive uma criatura tão maravilhosa”, disse a mulher. "Foi mais difícil perdê-lo do que qualquer outro gato que já tive."

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De acordo com a UPI, a ViaGen Pets é especializada em clonagem e preservação genética de animais domésticos. A instalação já clonou cães, gatos e até cavalos.

A ViaGen Pets manteve as amostras de tecido de Tufts até sua morte e começou o processo de clonagem logo depois.

Melain Rodriguez, gerente da ViaGen, explicou que os especialistas substituíram o núcleo do óvulo de uma gata por uma das células congeladas de Tufts.

Semelhante à fertilização in vitro, o embrião foi então transferido para a mãe gata substituta.

O clone do Sr. Tufts, que a dona chamou de ‘Tufts Jr.’, compartilha a mesma aparência, inteligência e temperamento do felino original. Obviamente, as memórias não.

"Produzimos o clone, é um gêmeo idêntico. Não há nenhuma modificação genética ocorrendo", disse o presidente da ViaGen Pets, Blake Russell.

A mulher trouxe para casa o Sr. Tufts Jr. quando ele tinha 2 meses de idade e também sua mãe biológica. Ela explicou que a única diferença física no Sr. Tufts Jr., que agora tem 9 meses, está em sua "saúde e condição corporal".

"O ‘T original’ foi encontrado em uma trilha na floresta e tinha uma doença respiratória muito grave", explicou ela.

A mamãe adotiva disse que o gêmeo genético de Tufts também é "mais atlético" do que seu primeiro felino, em parte porque "ele e a mamãe gata também receberam os melhores cuidados".

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Gabriel Pietro têm 20 anos, é redator e freelancer. Fundou o Projeto Acervo Ciência em 2016, com o objetivo de levar astronomia, filosofia e ciência em geral ao público. Em dois anos, o projeto alcançou milhões de internautas e acumulou 400 mil seguidores no Facebook. Como redator, escreveu para vários sites, como o Sociologia Líquida e o Segredos do Mundo. Ainda não sabe se é de humanas ou exatas, Marvel ou DC, liberal ou social-democrata. Ama cinema, política, ciência, economia e música (indie). Ainda tentando descobrir seu lugar no mundo.