Senhora de 88 anos confecciona gatinhos de pelúcia e doa parte da renda para abrigo que acolhe mais de 100 gatos

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Buscando se manter financeiramente e ajudar mais de 100 gatinhos carentes, Dora Rojas Maza, de 88 anos, costura gatinhos de pelúcia para vender. Dora, que vive em Barranco, no Peru, fabrica as pelúcias conhecidas como 'gatopanes' e, dessa maneira, ela ajuda a manter ativo o abrigo 'Supercats' que acolhe mais de 100 gatos.

Como auxiliar, a senhora Dora conta com a ajuda, mesmo que moral, da sua gatinha Nikki, que está ao seu lado todos os dias enquanto costura as pelúcias.

Além disso, Dora confecciona bonecos de Natal, camisetas e pijamas com desenhos de animais feitos à mão. Apesar da dedicação às criações, a demanda de pedidos têm sido baixa e Dora quase não tem faturado.

Os gatos de pelúcias são vendidos por 35 soles (R$49,76), em que 5 (R$ 5,11) são transferidos para o abrigo e o restante é usado para sua renda própria.

“Eu me dedico a fazer pouco trabalho para me ajudar e sustentar os gatinhos, já que em todo caso é preciso encontrar uma saída, não se pode jogar a toalha, então se busca um caminho a seguir e este é um conselho para os jovens e para as pessoas que se sentem ansiosos. Você tem que ser forte”, disse Dora Rojas para o Wapa.

A filha de Dora, Erika Cabrera, lamenta a queda de pedidos, especialmente no mês de novembro.

“Estamos passando por um momento difícil. Minha mãe está muito preocupada com a situação. Não há pedidos, minha mãe está oferecendo seus gatinhos no Natal, mas ela não tem pedidos e temos material para fazê-los”, diz Erika.

Como se não bastassem as vendas estarem em baixa, Dora ainda precisa lidar com o cancelamento dos pedidos depois de prontos.

“Os gatos são muito variados em cores e formas. Apesar das pessoas estarem indo embora, temos que continuar nos cuidando. Estamos pedindo um adiantamento de 10 soles (R$14,24) e quando minha mamãe acaba de fazer o gatopano, as pessoas cancelam os 25 restantes”, disse Erika.

Mesmo assim, Dora segue focada em seu objetivo que é trabalhar e ajudar os animais carentes.

“Devemos levantar nosso ânimo e orar a Deus para nos proteger de todo o mal. Essa é a única coisa que posso dizer a vocês. Feliz Natal, um próspero Ano Novo e que passem todos esses incômodos que estão acontecendo neste momento em nosso país. Muitas bênçãos”, declarou Dora.

Se você quiser conhecer o trabalho de Dora, pode acompanhá-la e contatá-la pela página do Facebook, clicando aqui.

Benefícios de ser um voluntário em um abrigo de animais

Ajudar as pessoas ou os animais engrandece a alma, nos sentimos mais leves, felizes e úteis. Aliviar o sofrimento do próximo é eliminar as nossas próprias angustias. Abaixo listamos os benefícios de colaborar com um abrigo de animais, confira:

1. Sensação boa: parte do trabalho como voluntário é trabalhar com os animais para que possam ser adotados. E quando são adotados, alegria maior não há.

2. Você vê instantaneamente os resultados do seu trabalho: geralmente os animais de rua chegam com traumas e vê-los progredindo pouco á pouco é recompensador.

3. Sua ajuda nunca passará despercebida e você nunca sentirá que não está ajudando de alguma forma. Sempre haverá um cachorro para passear, um gato para cuidar ou algum animal para dar seu amor.4. Ser um voluntário em um abrigo de animais é bom para sua saúde emocional, física e mental. Está cientificamente comprovado que passar tempo com animais ajuda a diminuir os níveis de estresse e a pressão arterial.

5. Você ganha experiências profissionais e de vida. O voluntariado é uma ótima maneira de tentar uma nova carreira ou algo novo.

6. O voluntariado incentiva a responsabilidade cívica: ao se voluntariar, você contribui para uma causa pela qual se preocupa.

7. Você aprende responsabilidade e gerenciamento de tempo: você tem regras e horários a cumprir que devem ser respeitados.

Ser voluntário é mais que doar tempo, é salvar uma vida.

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Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com