Gata filhote abandonada em campo de beisebol abraça jovem e insiste em ficar com ele

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Quando a voluntária Sunny aceitou acolher temporariamente a gatinha Chimera os seus irmãos, ela não imaginava o quanto a família se apegaria à felina.

Os gatinhos foram encontrados debilitados, sujos e fracos em um campo de beisebol em Nova York, Estados Unidos, e algumas pessoas que estavam no local entraram em contato com Sunny pedindo ajuda.

A voluntária aceitou prontamente recebê-los, mas um dos filhotes acabou se destacando mais do que os outros e se tratava de Chimera. Ela demonstrou uma personalidade bastante travessa e acabou se apegando muito a um dos filhos da voluntária, o CJ.

Mesmo que fosse Sunny quem estivesse com a mamadeira em mãos os alimentando, Chimera só tinha olhos - e abraços - para o CJ.

"Chimera automaticamente pegou CJ e sibilou para mim e meu filho mais velho, embora eu tivesse a garrafa comigo", disse Sunny ao Love Meow.

Com o passar dos dias e o cuidado intensivo que a família proporcionou aos filhotes, eles se reestabeleceram e o seu quadro de saúde progrediu consideravelmente.

Prontos para serem adotados, a família não poderia deixar Chimera partir, afinal, ela já havia os escolhido como sua família e CJ estava completamente apegado a ela.

"Eu gosto. Ela é minha gatinha. Ele se apaixonou por ela e me implorou para ficar com ela", contou a voluntária.

Vivendo, agora em um lar definitivo, Chimera não deixou de lado a sua personalidade ativa, brincalhona e arteira. Até porque, ela sabe para onde correr quando a bronca vem, né?

"Ela é uma encrenqueira e gosta de chegar a lugares onde não deveria. Ela é muito inteligente e sabe a quem recorrer quando tem problemas", afirma Sunny se referindo ao filho CJ que sempre a protege.

Passado um tempo desde o resgate, Chimera está crescida, saudável, ativa, mas uma coisa não mudou, que é o seu vínculo com aquele que ela escolheu como dono: CJ. Se você quiser acompanhar mais da rotina de Chimera pode segui-la no Instagram.

Gatos e o relacionamento com os humanos

Quando filhotes os gatos órfãos buscam uma figura de apoio, para suprir a falta da figura materna. Cada gato tem sua personalidade e, como em todos os relacionamentos, trata-se de um entendimento mútuo. É por isso que os gatos que costumam ser ariscos ou tímidos tendem a se relacionar com a pessoa que não os sufoca ou encurrala, mas os faz sentir seguros e confortáveis e vice-versa.

O caráter de um gato é influenciado pela genética, pelos medos e pelo aprendizado, às vezes inconscientemente, portanto, nem todos os gatos criam um vínculo especial com uma única pessoa e podem até não ter um favorito. Então se o seu gatinho não lhe der muita bola não significa que ele não lhe ame, ele só não quer demonstrar a você.

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Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com