Museu alemão dedicado à raça dachshund recebe 3.500 itens de doador belga

O acervo que atualmente conta com 4.500 peças é localizado na Alemanha.

Amar o seu cachorro ao ponto.. de abrir um museu! Isso mesmo, tamanha afeição que um casal tinha por seus dachshunds, popularmente conhecidos como salsicha, que Josef Küblbeck e Oliver Storz fundaram o Dackelmuseum (traduzido do alemão como “Museu Dachshund”), na cidade de Passau, na Alemanha.

Com o feito, o país passa a ter o único museu voltado para cães da raça salsicha. O acervo do museu é composto por itens que há muito tempo eram colecionados pelos fundadores. "Somos viciados na lealdade e força que eles nos dão, por isso colecionamos tudo sobre dachshunds", declarou Storz.

Embora inicialmente a quantidade do acervo se limitava a 500 peças, a coleção tomou proporções não imaginadas pelos criadores do museu, como contam. “Recebemos um telefonema da Bélgica. Um colecionador nos ofereceu 3.500 peças”, relembram.

Foto: Oliver Storz

"Aproveitamos a chance e temos a maior coleção do mundo agora!". Coleção essa que é feita de livros, brinquedos, quadros e estátuas em todas as variações. Atualmente o museu possui em exibição, 4.500 itens que refletem a longa história do dachshund e os famosos fãs da raça, como Albert Einstein, Leonard Nimoy e Pablo Picasso.

Foto: Oliver Storz

Há quem diga que a raça surgiu há 300 anos, na Alemanha, inclusive um dachshund listrado chamado Waldi se tornou o primeiro mascote oficial dos Jogos Olímpicos de Verão de 1972 em Munique.

Foto: Oliver Storz

"[Nossos cães] nos dão poder para o dia e quando pulam em nossas camas e lambem nossos ouvidos pela manhã para nos acordar, temos certeza de que fizemos o que é certo!". Os cachorros (de todas as raças e indefinidas) não são só aceitos no local, como são bem-vindos. E aí, despertou curiosidade em conhecer o Dackelmuseum?!

Ana Caroline Haubert

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com

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