Mulher sem-teto acolhe cachorro paraplégico e o entrega para ONG para receber fisioterapia

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Inicialmente a mulher deu a ele tudo o que tinha: um pouco da sua comida e um cobertor, mas prezando pela saúde do cachorro, ela buscou ajuda e mudou a sua vida.

Mesmo sem condições financeiras, uma mulher sem-teto se dispôs a ajudar um cão de idade e paraplégico, em Udaipur, Índia. Ela não podia levá-lo ao veterinário ou lhe comprar ração, mas ofereceu a ele tudo o que ela tinha: um cobertor e um pouco da sua comida. Nem precisa dizer que um gesto, uma boa intenção, vale mais do qualquer dinheiro, né?

Buster, o cão em questão, entendeu isso e mesmo que nada pudesse ser feito pela saúde naquele momento, tenho certeza que se sentiu acolhido pela atitude da mulher. Querendo o melhor para o cão, a mulher resolveu entregá-lo ao serviço de resgate animal local, para que ele pudesse receber o tratamento adequado.

Quando o resgate chegou, percebeu as limitações de Buster que o impediam de ficar de pé e o levaram até o veterinário que diagnosticou uma lesão na coluna vertebral. O caso, era preocupante, mas o fato de Buster ter sensibilidade nas pernas traseiras, era uma grande notícia. A partir disso, os voluntários e veterinários começaram um tratamento intensivo com o cão, como a fisioterapia para que os seus movimentos fossem fortalecidos e recuperados.

O processo não foi fácil e foram necessárias algumas semanas até que os primeiros resultados aparecessem, mas a força de vontade de Buster junto do empenho da equipe fizeram que tudo desse certo. Paciência, esforço e constância se fizeram presentes nesse período para que Buster conseguisse dar os primeiros passos para a alegria de todos.

Após o avanço da sua recuperação, mais uma boa notícia: a mulher que havia contatado o resgate meses atrás sobre o caso, quis adotar Buster.

Saúde recuperada e um lar pronto para acolhê-lo e enchê-lo de amor. Final feliz!

Assista alguns momentos importantes na reabilitação de Buster:

Jovem (mais na idade do que na postura), curiosa (quem, o quê, onde, como, quando e por quê), analítica (sempre em busca de respostas), e estudante de jornalismo. Com sede de conhecimento, tem calafrios de rotinas monótonas e repetitivas. É ainda, inconformada com mais do mesmo, buscando dessa forma, descobrir o seu lugar no mundo. Prazer, sou Ana Caroline Haubert, gaúcha lá de Passo Fundo. Sugestões, críticas, pautas e opiniões são bem-vindas no meu email: caroline_hauber@hotmail.com